segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

ERICEIRA - IV

No mesmo dia – no passado domingo – se puderam ver na Ericeira imagens tão díspares mas ao mesmo tempo tão belas. O sol estava brilhante, incidindo toda a sua luz sobre as cores dos barcos e das paredes. Era uma beleza. O mar, não pela sua luz mas pela sua força e ritmo das suas ondas, fazia-nos sentir pequeninos. Quem o visse de longe parecer-lhes-ia calmo mas, perto dele, quase que se poderia sentir a sua vontade que se iria ou poderia sobrepor à vontade dos homens e ao que eles construiram. Como nos dizia a mulher dum pescador:’Desta vez é que o molhe vai...’, talvez não com o sentido literal das palavras usadas mas querendo significar que ele, o molhe, existirá enquanto o mar o permitir.




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